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síndico profissional
Profissão: Síndico
Administrar condomínios é hoje uma atividade profissional reconhecida - e muito bem remunerada

Você é uma pessoa paciente? Tem um quê de psicólogo e adora ouvir problemas? Tem disponibilidade 24horas por dia, sete dias por semana? Tolera ser agredido verbalmente e retrucar com educação? É líder? Possui vocação para ser gestor? Se você respondeu sim para todas as perguntas e ainda não decidiu que carreira a seguir, surge no mercado uma nova profissão: Síndico.
A função, antes exercida geralmente por aquele morador mais antigo, já aposentado, que percorria um por um todos os apartamentos para recolher as taxas correspondentes ao condomínio – e normalmente figura odiada por todos, hoje é mais respeitada e formalizada. E faltou dizer bem remunerada: a administração de cada condomínio custa em torno de três salários mínimos. Dependendo do nível de complexidade, tamanho e tempo dedicado ao empreendimento, a remuneração pode passar dos 30 salários mínimos!
Empreendimentos em regiões nobres nas principais capitais do País confirmam os altos salários pagos a esses Profissionais.
Com a verticalização das cidades, a complexidade nas relações interpessoais, as inúmeras exigências de vários órgãos, aumento da violência a condomínios, a figura de um Síndico Profissional que administra e organiza as contas de um prédio (residencial ou comercial) de apartamentos ou casas é cada vez mais necessária.
Na teoria, o Síndico é o representante do condomínio, judicial ou extrajudicialmente. Pode ser morador ou não e em muitos casos pode ser uma empresa especializada em Sindicância Profissional e contratada para este fim.
Na prática, é a pessoa ou empresa responsável por fazer cumprir a convenção, orçamentos, contratações dos serviços necessários, qualificar e supervisionar a equipe, os equipamentos do condomínio e a edificação; administrar conflitos entre condôminos, contornar os ego’s de condôminos prepotentes, prestar contas e outros.
“Antigamente o Síndico era aquele morador com mais tempo livre que organizava as manutenções necessárias. Mas certos serviços obrigatórios por Lei, como recarga de extintores, laudo anual do estado dos elevadores, lavagem reservatórios para água potável, seguro de incêndio e outros serviços não obrigatórios mas necessários, como dedetização, jardinagem, segurança, manutenção portões, interfones, etc. geram na verdade tributos municipais ISS que devem ser administrados de maneira mais profissional e dentro das normas fiscais e legais.”
Síndico de 13 condomínios
José Batista tem paciência de sobra. Ele administra 13 condomínios em Florianópolis e já está acostumado a ligações no sábado depois da meia noite para ouvir reclamações. “Mas toda a profissão tem os seus detalhes”, brinca. Batista diz que a profissão tem problemas como em qualquer outra, mas é só ter uma dose de paciência e está tudo resolvido. “Hoje em dia ninguém quer ser Síndico: ou porque trabalha e tem pouco tempo ou simplesmente porque não quer ser incomodado”, avalia.
Mas sozinho ninguém é de ferro. Por trás de José Batista existe uma equipe, a Brognoli Condomínios, que o auxilia nas questões financeiras e dá o suporte necessário para estar de prontidão a qualquer hora do dia.
A lei da boa vizinhança
Atitudes simples podem manter a paz em um condomínio. Confira algumas dicas que podem ajudar a manter a política da boa vizinhança.
- Pagar as contas em dia do condomínio;
- Evitar fazer barulhos fora dos horários estabelecidos;
- Zelar pelo patrimônio – o prédio também é seu, é um bem comum que deve ser preservado;
- Fique alerta para a segurança: observe se o portão está bem fechado ao entrar ou sair de casa;
- Não peça serviços particulares para os funcionários do prédio. Eles não são seus empregados;
- Sempre reporte ao síndico eventuais problemas.
Fonte: Caroline Macário - Assessoria de Imprensa
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